Stonewall: a origem do orgulho gay

            No ano de 1969, em New York, o bar Stonewall Inn era super conhecido, se tornando assim o ponto de encontro de todas as pessoas consideradas anormais da socidade. O público gay era maioria. Somente em 1980 foi alterado o Código Penal que considerava crime relações entre pessoas do mesmo sexo e depois, em 2003, essa lei foi abolida por completo.

            Em meio a inúmeras batidas de fiscalização, na madrugada do dia 28 de junho de 1969, policiais entraram no bar alegando que a venda de bebida alcoólica era proibida; e debaixo de agressões, eles levaram alguns frequentadores gays que estavam no local sob custódia. De acordo com a história, treze pessoas foram detidas na época, causando revolta e tristeza para toda a comunidade do East Village. O fato ficou marcado, gerou manifestações do movimento LGBT nos EUA e em 2015 a Prefeitura de Nova York tornou o bar monumento histórico da cidade.

            E foi por conta desse acontecimento que se deu início as comemorações do povo LGBT, entendeu?

Foto: https://gvshp.org/blog

            No auge da ditadura, o Brasil só foi ter uma organização mais presente do movimento LGBT em 1978. Desde então, muita luta vem sido travada para que os gays, lésbicas e transgêneros tenham direitos básicos. Em julgamento concluído nesta quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que homofobia é crime. Quem ofender ou discriminar gays ou transgêneros estará sujeito a punição de um a três anos de prisão. Assim como no caso de racismo, o crime será inafiançável e imprescritível.

            Movimentos governamentais deste cunho geram mais tranquilidade e abrem espaço para discussão da qualidade de vida dos LGBTs. Todo preconceito é violência, toda discriminação causa muito sofrimento. No próximo dia 28 é o Dia do Orgulho LGBTI (lésbicas, travestis, transexuais e pessoas intersex), data lembrada é celebrada mundialmente. A Glitter Girl se solidariza com a comunidade LGBTI e com todas as pessoas que lutam pela construção de uma realidade em que a discriminação e a violência baseados na orientação sexual e identidade de gênero não tenham mais espaço. 
Sem cor e sem brilho é o seu preconceito.

Publicado por marô marô

Inquieta e insubordinada.

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